Sinais de alerta e prevenção de contágio por vírus respiratórios

Aumento de casos exige protagonismo de cuidado com a sua saúde e a prevenção coletiva

Com o aumento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), Síndrome Gripal (SG), Influenza e demais vírus respiratórios e da possibilidade de sobrecarga dos sistemas de atendimento hospitalar e ambulatorial, a Unimed Curitiba reforça medidas de cuidado e prevenção para diminuir as chances de as pessoas desenvolverem casos graves dessas doenças e minimizarem a transmissão de carga viral entre contaminados.

Sinais de alerta

• Febre alta ou persistente

• Falta de ar ou dificuldade para respirar

• Chiado no peito ou sensação de aperto no tórax

• Tosse persistente, especialmente com secreção espessa ou com sangue

• Dor no peito ao respirar

• Cansaço excessivo ou fraqueza intensa

• Sintomas que não melhoram após alguns dias ou que pioram com o tempo

Importante: fique atento aos sinais de agravamento com piora do quadro clínico, como a persistência ou aumento da febre por mais de três dias. Em crianças, pessoas com idade acima de 60 anos ou com doenças crônicas, a atenção deve ser redobrada, pois esses grupos têm maior risco de complicações. Buscar orientação médica no momento certo é essencial para um diagnóstico adequado e para evitar a evolução do quadro.

Prevenção

A vacina é a forma mais importante de prevenção. Por isso, mantenha o calendário vacinal em dia. Ao apresentar sinais e sintomas respiratórios, a recomendação é buscar atendimento médico e fazer uso da proteção por máscara facial, tanto em ambientes abertos quanto fechados.

Para prevenir o contágio por vírus respiratórios, adote a etiqueta respiratória cobrindo boca e nariz ao tossir e espirrar, lave as mãos frequentemente com água e sabão por 20 segundos ou use álcool em gel 70% e evite tocar no rosto. Mantenha os ambientes arejados e não compartilhe objetos pessoais.

Seja protagonista do cuidado com a saúde das pessoas!

Confira o informativo digital Mitos e verdades: doenças respiratórias no inverno elaborado em conjunto com o médico cooperado especialista em infectologia e epidemiologia, Moacir Pires Ramos, que também é o coordenador médico do Núcleo de Epidemiologia da Unimed Curitiba. Leia e compreenda por que essas doenças são mais comuns nessa época, conheça os principais fatores de risco, identifique sinais de alerta e descubra como pequenas mudanças de hábito podem fazer a diferença no seu dia a dia. Acesse, fique por dentro e compartilhe com seus amigos e familiares.

Publicado em 08/06/2026 14:46h
Atualizado em 09/06/2026 13:46h